Profissionais reivindicam retomada de negociações com a Prefeitura.
Protesto teve início na manhã desta terça, na Maternidade das Quintas.
(Foto: Antônio Coelho/Inter TV Cabugi) Nesta terça, a paralisação de advertência deve atingir todas as unidades. Apesar do protesto, em algumas unidades de saúde o atendimento foi normal durante o período da manhã, como no hospital infantil Sandra Celeste, no conjunto Barro Vermelho; e no hospital dos Pescadores, nas Rocas. Segundo profissionais que trabalham nessas unidades, os médicos estavam definindo se iam aderir ou não o atendimento.
Além do adicional de insalubridade, os médicos reclamam também da falta de investimentos na área da saúde. De acordo com o Sinmed, os investimentos da cidade na Copa do Mundo, por exemplo, são incoerentes em relação ao investimentos em saúde.
Segundo Mônica Andrade, vice-presidente do Sinmed, a Prefeitura de Natal não tem atendido às reivindicações da categoria. "Estamos negociando com a Prefeitura, mas nossas reivindicações não estão sendo atendidas. Por isso decidimos pela paralisação de advertência", explicou a médica.
Os médicos ainda estudam um indicativo de greve, que deve ser votado em assembleia na sede do órgão ainda nesta terça-feira (20).
A greve
Os servidores da saúde de Natal paralisaram as atividades no dia 15 de abril passado em todas as unidades básicas e de atendimento 24 horas, como a Maternidade das Quintas, o Hospital dos Pescadores, o Sandra Celeste e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
De acordo com o Sindicato dos Servidores da Saúde do RN (Sindsaúde/RN), a paralisação é uma resposta à decisão da Prefeitura de Natal que propôs um reajuste de apenas 2% nos salários dos servidores neste ano, enquanto as perdas chegam a 14,07%. O Sindsaúde reivindica 18,34% de reajuste no salário-base e reajuste nas gratificações.
Fonte: G1 RN
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