Av. Omar O'Grady liga a Av. Prudente de Morais à BR-101, em Parnamirim.
Projeto atrasou por questões ambientais, contratos e desapropriações.
Avenida Omar O'Grady teve faixa liberada nesta segunda-feira
(Foto: Ivanízio Ramos/Divulgação Assecom)
(Foto: Ivanízio Ramos/Divulgação Assecom)
Cinco anos após o início das obras, a avenida prefeito Omar O´Grady,
conhecida como prolongamento da avenida Prudente de Morais, teve uma
faixa liberada para o trânsito na tarde desta segunda-feira (12) em Natal. A previsão do governo do Rio Grande do Norte
é entregar a obra iniciada em 2009 até o fim deste mês. Os atrasos no
projeto envolveram questões ambientais, desapropriações, problemas
contratuais e readequações. A obra liga a avenida Prudente de Morais à
BR-101, no município de Parnamirim.A governadora acrescentou que a sinalização provisória será instalada pela empresa executora da obra, mas que até o final do mês será feita de forma permanente. “Alertamos aos motoristas e motociclistas que trafeguem com cuidado. Tivemos que liberar a via porque muitos dos condutores furavam o bloqueio para se livrar do trânsito que está intenso com as obras de mobilidade realizadas em Natal", disse Rosalba Ciarlini.
O diretor-geral do Departamento Estadual de Estradas e Rodagens (DER) e secretário extraordinário para Assuntos da Copa de 2014 (Secopa), Demétrio Torres, falou sobre as obras na via e lembrou os problemas que o governo teve para concluir a pista. “A obra foi mal iniciada em 2007. Não existia dinheiro, licenças ambientais, os túneis não estavam previstos, não havia nem iluminação prevista no projeto. Isso tudo está sendo feito agora", afirma.
Omar O'Grady liga avenida Prudente à BR-101
(Foto: Ivanízio Ramos/Divulgação Assecom)
(Foto: Ivanízio Ramos/Divulgação Assecom)
O projeto do prolongamento da avenida Prudente de Morais foi licitado em 2007 com financiamento da Caixa Econômica Federal. As intervenções só começaram em 2009 e foram paralisadas no mesmo ano a pedido do Ministério Público Estadual e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devido aos impactos ambientais que as obras causariam na região.
Em razão disso o diretor do DER explica que o orçamento mais do que dobrou desde a licitação do projeto, de R$ 28 milhões para R$ 60 milhões, e os trabalhos ficaram paralisados por mais de seis meses. De acordo com o departamento, dois túneis deixaram de ser colocados no projeto original e os valores para desapropriações foram atualizados.
A construtora Queiroz Galvão pediu a rescisão do contrato, e a segunda colocada na licitação, EIT, precisou ser convocada para dar prosseguimento às intervenções. As obras foram retomadas em novembro do ano passado.
Fonte: G1 RN
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